An Odd-Looking Creature






Não há como voltar com palavras
Então eu decidi ficar em silêncio
Para evitar que novas tragédias se levantem da cova
Quando seus nomes são novamente ditos
De minha língua amaldiçoada para suas orelhas 
De onde eu venho, ações condenam milhares
Sendo assim, tomo por preferencia pessoal, não ver este horrendo destino se repetir
Mas até onde eu consigo saber, minha informação não precede vossa pessoa
Você brilha demais, demais para meus gostos de pesar gelado
Nossa fome e sede
Se parecem com fartura para ti
Eu invejos seu saudaveis olhos cegos e suas orelhas surdas, que até bonitas parecem para mim
Um triste, miserável e irônico fato em minha inanimada e perfeita vida
Mas eu apreendi a ser cavalheiro
Observador e criativo
No topo desta pilha de brinquedos seus que você me doa
Orgulho, aceitação e teatros 
Onde uma mascara minha sempre resulta e uma feição sua
E sentado no topo disto tudo eu resido
Com o rosto cheio de repudio e os lábios costurados
Mas com o olhar bem encima de você, preenchido até transbordar
Com minha óbvia e ironica loucura
Como óbviamente eu decidi não existir para você
Da mesma maneira que você para  mim também



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