Felicidade
Entristecido a falar deste tema, de caráter estranho e obscuro em meu viver.
Nunca me questionei, pois jamais pensei que isto iria a fazer-me falta, já que, preparado sempre estive a sua ausência...
Mas quando o breu lhe envolve, parece que não há salvação e realmente não há!
A tempos dormir pra min é um sintoma mortis, caio sempre na cama quando a fadiga esta prestes a me tirar de ação, simples e eficaz, longos períodos de funcionamento a troco de dano a longo prazo.
Mas graças a minhas alquimias a cafeína me impossibilita de realizar o plano conforme meu planejamento minuciosamente, maquiavélico.
Trágico assim é, como todo bom neurótico obsessivo assombrado por fantasmas, erros, tragédias do passado, cuja a culpa assola-me, impossibilita-me de vir a falecer ao sono, realmente trágico.
Por tempo venho questionando-me a tal felicidade alheia que me parece justamente um prazer em fazer o que dá na cabeça mesmo que isso seja causar angustia ao próximo, deturpar o sistema alheio ou simplesmente cruzar a linha de borda do não faça algo totalmente desnecessário com características ultra-tapado-retardo-babacas.
Me questiono se ao ir repousar, as pessoas conseguem o fazer, em paz. Se elas realmente se sentem bem, se até mesmo estas pessoas sentem-se mal por algo que fizeram. Sinto-me incapaz de responder essas perguntas que retalham minha mente, pois no final de tudo eu sou a minha própria existência e minha função de longe ou de perto não é pensar nos outros e sim em min mesmo, as vezes penso que é um erro e é, um modo arcaico de reflexão espelhar o outro em si, é uma falha, atualmente o sistema atual de vivencia alheio não esta preparado para um tipo de avaliação destas, todo mundo se esquece de avaliar as coisas, faz algo que pensa ser certo, mesmo guiado por algo totalmente insano ao meu ver, parece que o mundo vive em suas condições e carrega uma multidão com ele, e aqueles do velho mundo ficam esquecidos.
Realmente, me questiono, de um ponto de vista psicológico é mais bonito ser o assassino do que a vitima, pois de maneira incrível você é o culpado pela situação em ambos.
Então eu me pergunto, a tanto tempo eu sei o que é dormir, sem sonhos, exatamente isso; dormir sem imaginar nada, sem imaginar nada de melhor no amanhã, sem imaginar nada melhor a conhecer, sem imaginar nada de bom a acontecer. Eu realmente me pergunto, seria eu uma pessoa errada? Deveria eu ter estado ao outro lado da lança apontando ela ao pescoço alheio pronto a dar uma estacada e me deliciar no fluir do sangue alheio? A lamber a ponta de minha lâmina com a mais histérica das faces de prazer, por ter infligindo dor que palavras não dariam suficiente, para descrever?
Não compreendo, talvez seja o exato dos exatos, justamente seu maior desejo não se realizar, por ser este o que o mover!
Só entendo que paz, eu não tenho mais, nem em minha casa nem em lugar algum! Hesitante como um templário com sua espada empunhada divido entre a misericórdia e a fúria divina.
Nunca me questionei, pois jamais pensei que isto iria a fazer-me falta, já que, preparado sempre estive a sua ausência...
Mas quando o breu lhe envolve, parece que não há salvação e realmente não há!
A tempos dormir pra min é um sintoma mortis, caio sempre na cama quando a fadiga esta prestes a me tirar de ação, simples e eficaz, longos períodos de funcionamento a troco de dano a longo prazo.
Mas graças a minhas alquimias a cafeína me impossibilita de realizar o plano conforme meu planejamento minuciosamente, maquiavélico.
Trágico assim é, como todo bom neurótico obsessivo assombrado por fantasmas, erros, tragédias do passado, cuja a culpa assola-me, impossibilita-me de vir a falecer ao sono, realmente trágico.
Por tempo venho questionando-me a tal felicidade alheia que me parece justamente um prazer em fazer o que dá na cabeça mesmo que isso seja causar angustia ao próximo, deturpar o sistema alheio ou simplesmente cruzar a linha de borda do não faça algo totalmente desnecessário com características ultra-tapado-retardo-babacas.
Me questiono se ao ir repousar, as pessoas conseguem o fazer, em paz. Se elas realmente se sentem bem, se até mesmo estas pessoas sentem-se mal por algo que fizeram. Sinto-me incapaz de responder essas perguntas que retalham minha mente, pois no final de tudo eu sou a minha própria existência e minha função de longe ou de perto não é pensar nos outros e sim em min mesmo, as vezes penso que é um erro e é, um modo arcaico de reflexão espelhar o outro em si, é uma falha, atualmente o sistema atual de vivencia alheio não esta preparado para um tipo de avaliação destas, todo mundo se esquece de avaliar as coisas, faz algo que pensa ser certo, mesmo guiado por algo totalmente insano ao meu ver, parece que o mundo vive em suas condições e carrega uma multidão com ele, e aqueles do velho mundo ficam esquecidos.
Realmente, me questiono, de um ponto de vista psicológico é mais bonito ser o assassino do que a vitima, pois de maneira incrível você é o culpado pela situação em ambos.
Então eu me pergunto, a tanto tempo eu sei o que é dormir, sem sonhos, exatamente isso; dormir sem imaginar nada, sem imaginar nada de melhor no amanhã, sem imaginar nada melhor a conhecer, sem imaginar nada de bom a acontecer. Eu realmente me pergunto, seria eu uma pessoa errada? Deveria eu ter estado ao outro lado da lança apontando ela ao pescoço alheio pronto a dar uma estacada e me deliciar no fluir do sangue alheio? A lamber a ponta de minha lâmina com a mais histérica das faces de prazer, por ter infligindo dor que palavras não dariam suficiente, para descrever?
Não compreendo, talvez seja o exato dos exatos, justamente seu maior desejo não se realizar, por ser este o que o mover!
Só entendo que paz, eu não tenho mais, nem em minha casa nem em lugar algum! Hesitante como um templário com sua espada empunhada divido entre a misericórdia e a fúria divina.

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