Darion 02


Darion's Disgrace 


Quanto mais aquelas paredes profanas e blasfemas eu pintava de vermelho mais forte aquele cheiro incômodo ficava. Minha capacidade de raciocínio era danificada não havia nada que eu conseguisse pensar a não ser encontrar a origem dessa sensação desagradável. Mais parece que minha procura desagradável encontra seu fim, com cinco espadas atravessadas em mim e outros cinco inóspitos e frescos cadáveres no chão, parece que essas bolas de carne subestimarão minha força de vontade. Tanto derramamento de sangue e pedaços de lixo retalhados, que sensação "estranha" é familiar a mim e de certo modo desagradável... Más algo se aproximava e era rápido, um cavaleiro com uma armadura azulada e uma capa vermelha realmente algo esplendidamente dotado de um vislumbre típico da realeza, me apontava o dedo dizendo:

Como se atreve, cão raivoso, manchar todo este belo jardim desta magnífica mansão! Manchar estas lindas paredes pintadas a mão por mim! Seu lixo!

Aquelas palavras não me incomodavam em nada, mas algo me irritava, era aquele cavaleiro reluzente com esse cheiro incomodo que me parecia uma fumaça que saia de sua armadura.

-Seu pedaço de lixo, o que você esconde ai ? Eu sinto algo, toda essa glória falsa, você se aproveita destes dementes, eu sinto, você faz parte da escória más é diferente, tu és são.

-Mas que ratazana espertinha entrou em meus domínios, você é mesmo tão bom observador quanto é assassino, jamais esperei que fosse matar tanto dos meus lacaios  com essa facilidade, tenho que admitir que eles são nada mais que utensílios, mas esperava mais desses instrumentos. Em guarda seu pedaço de lixo meio morto !

Não acreditava que aquela escória se movia tão rápido com uma lança e toda aquela armadura chamativa, mas seus movimentos não me eram estranhos, isso me era demasiadamente peculiar. Parecia que eu tinha visto aquilo em algum lugar, eu o conhecia... Mas como? Eu não consigo lembrar de nada e não tenho tempo, ele esta começando a me pressionar com suas estocadas, fúnebre sorte a minha que mero retalhos não me farão desistir, nada vai me perdoar da minha lâmina negra, quando o fim de tudo chegar.

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