Insônia
Eu tenho uma sensação que me assombra as vezes
Quando estou sozinho e começo a pensar
Minha mente se enche de problemas
O absurdo fala e o tempo acaba
O tempo acaba
De vez enquanto aguardo meu peso morto me convocar ao reino dos sonhos
Mas por minha tolice estupida me esqueço das consequências
É quando eu penso estar mais seguro em meus sonhos
Que os pesadelos mais selvagens despertam
O tempo acaba
Não há como pensar duas vezes correr em pavor
Olhar para traz ou virar as costas
Olhar para traz ou virar as costas
Há apenas lagrimas que congelam
Então eu acordo me sentido afogado
No mais gélido dos pesadelos
Tem horas que chega ser preferível evitar dormir em problemáticas ocasiões
Estar fora dos problemas do que em paz com eles
Então poder acalmar a mim mesmo
Pois tudo deve ficar bem
Pois tudo deve ficar bem
Errado
Por vezes sou forçado a lembrar, via gritos horrendos que fariam os mortos temerem os vivos
Os quais eu procuro a fonte e só enxergo meu reflexo em mil deturpações
Sou lembrado por meus nobres pesadelos que esquecemos de apertar mão que alimenta
E morder a que nos machuca
E morder a que nos machuca
Eu não entendo o que é tão difícil de compreender
Como quando por promessas enferrujadas ninguém voltou
Como quando por promessas enferrujadas ninguém voltou
E a quantas lutas inacabadas ninguém lutou
O tempo acaba
O Tempo acaba


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