Phantom Pain


O sol vermelho é vermelho como meu paraíso (solitário)
Gloriosos raios ultravioletas trazem um novo amanhecer
Que eu não consigo enxergar em uma paz que eu não consigo achar 
Quando tudo é pintado de vermelho, tudo que sobra é roubado
Nada resta só os restos são largados (rejeitados)
As memorias são quebradas, verdades não faladas
Para um nome que já eu não me lembro mais
Meu nome
Não lembro razões nem lembro motivos
Eu desprezo (sentimentos) e ainda assim eu luto
Só estou aqui parado na chuva, segurando o que sobra
Que lugar desolado e abandonado
Só uma coisa é certa uma voz fica incerta 
Quando eu estou todo machucado e ensanguentado 
Em minha visão turva a unica coisa real é sangue
E ele dança!
Enquanto o homem no espelho abaixa sua cabeça
Ele dança!
Eu sou o único que sobra e abro suas covas
É a unica coisa que (deixam) de verdade e é uma dura verdade
Pra quem já se sentiu vivo um dia
Mas com suas vidas em risco eu sinto (ainda vivo)
Mesmo acorrentado por suas piadas ruins
Ele dança!
Essas vozes que eu escuto na minha cabeça
Não podem ser sonhos ou pesadelos
Isso sou eu ou eu sou isso, somos (um)
Eu estou (coração) apagado
Para todas más piadas de boas condutas que eu já ouvi
As suas ainda são as piores
Você não sabe (que) minha alma não pode ser cortada
Não importa a maneira que você me machuque
Porque ninguém devolve aquilo que pega
Então eu retalho tudo aquém vem nesse terreno baldio 
Enquanto a chuva inunda o resto frio que fica para devagarinho me afogar
Eu não vou levantar de novo (nunca)
Nunca vou descansar 
Em minhas horas finais quando meu coração finalmente parar (pulsar)
Até que as nuvens se dissipem junto com meus sonhos  
Eu não vou parar, de contra a escória
Lutar

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